Estreia no blog! Minha Praia Favorita no Mundo!

Gente!

Estreia hoje no blog a nova sessão, chamada Minha Praia Favorita no Mundo.

O inverno está aí com tudo e, quanto mais ele nos congela, mais a gente pensa no verão e, claro, nas férias.

Minha Praia Favorita no Mundo surgiu para colocar em contato com vocês, pessoas conhecidas, amigas, estranhas, normais, malucas, famosas ou anônimas que amam todas as praias, claro, mas tem um lugar reservado no coração para uma em especial.

A ideia é trazer histórias únicas vividas em cada lugar pelo (a) entrevistado (a), com dicas das melhores e piores atividades e programações que a praia preferida oferece sem meias palavras. Nada de guias turísticos com estrelas e pontuações de críticos renomados.

O que queremos mesmo é saber que, assim como cada um de nós, muitas pessoas legais tem uma praia favorita no mundo, onde viveram histórias incríveis e estão a fim de compartilhar suas experiências pessoais conosco.

Quem sabe, ouvindo essas histórias, decidimos conhecer a praia nas nossas próximas férias, feriado ou final de semana e, com as dicas de quem já esteve ou mora lá, não pareceremos tão turistas ou marinheiros de primeira viagem.

Se você também tem uma praia favorita no mundo e quer contar aqui no Vai pra Praia por que, escreva pra gente por e-mail, face, twitter ou carta. Ah não. Carta não vale, né?!

E só pra lembrar: vale qualquer praia do mundo. Sem preconceitos! De Tramandaí a Koh Phi Phi.

Fiquem agora com a entrevista de estreia da Minha Praia Favorita no Mundo, que vai nos levar, nada mais, nada menos do que para a Tailândia. Te mete!

Ficha técnica da viajante-entrevistada: Débora Lehnen, mestranda em Química na UFRGS, gosta de cerveja e da Califórnia, onde foi sua última casa antes de voltar para Porto Alegre. Não gosta de sunga branca e está à procura de emprego na área química na Austrália.

Débora Lehnen, a viajante.

Débora Lehnen, a viajante.

Foi fazendo um mochilão pela Tailândia que Débora conheceu Koh Phi Phi, na Tailândia, sua praia favorita no mundo.

“Cheguei e logo de cara tive vontade de ficar para sempre”, conta Débora. “Fui dar uma passadinha. Estava fazendo um mochilão pela Tailândia e tinha um mês para conhecer todo país. Mas acabei ficando por lá uns oito dias, com aquela vontade de não ir embora nunca mais”. Sim. A gente compreende.

O paraíso escolhido pela Débora fica a duas horas de ferry da famosa, mas não recomendável Phuket.  Na verdade, trata-se de um conjunto de ilhas na Tailândia: Koh Phi Phi Don (a única com alguma infraestrutura), Phi Phi Ley, onde fica May Bay (cenário do filme A Praia) e Bamboo Island.

Mas não pense que chegando lá você só encontrará cidadãos tailandeses de olhinhos puxados. Conforme nos contou Débora, o que mais se vê na ilha são jovens europeus viajando pelo país. Isso quer dizer que as chances de você conhecer pessoas legais e interessantes em uma ilha e dar de cara com elas em outro canto no dia seguinte são bem grandes.

Na conversa abaixo você vai conhecer Koh Phi Phi pelos olhos e lentes da Débora.

Além de ir pra praia, o que você mais tem de bom pra fazer lá?

Além de curtir muito o mar, sol e calor, aproveitei para visitar as ilhas ao redor com os charmosos barquinhos locais, conhecer de caiaque e snorkel os corais e cardumes super coloridos que ficam ao redor da ilha e fazer algumas trilhas. Mas o mar é tão inacreditavelmente claro e, nos mais diversos tons de azul, que é definitivamente a atração principal. 

Phi Phi Ley

Phi Phi Ley

Bamboo Island

Bamboo Island

View Point: final da trilha com vista do pôr do sol em Phi Phi Don.

View Point: final da trilha com vista do pôr do sol em Phi Phi Don.

E na hora da fome, o que tem de bom pra comer lá?

A comida, além de ser muito barata, é a minha favorita. Mas para os iniciantes no quesito “ardume”, o negócio pode complicar. Eles conseguem colocar qualquer baiano no chinelo.

O que eu mais comia lá era o miojo tailandês, o Pad Thai, que é o prato mais popular e barato, em torno de R$4,00, e também o mais fácil de pedir. Mas o meu prato preferido é um camarão que vem em um curry verde, com leite de coco, alguns legumes não identificáveis e um arroz para acompanhar. É super picante, mas não tenho a mínima ideia de como se chama este prato. Toda culinária tailandesa, além de ter uns temperos muito diferentes e picantes, é feita com ingredientes super frescos. A impressão que dava era que tudo tinha sido colhido na horta minutos antes de parar no meu prato.

 E à noite, pra onde vão os (as) festeiros (as)?

Além dos barzinhos com cerveja gelada e barata, o melhor da festa acontece na beira da praia mesmo. Com os locais comandando umas “brincadeiras” bizarras, do tipo pular corda em chamas e coisas do gênero. Todo mundo acaba entrando na onda.
A função começa cedo e acaba cedo. A regra é terminar tudo às 2h, mas tem o barzinho na ponta da praia que salva os remanescentes. Lá, rola um reggae ou até mesmo uma roda de viola até o amanhecer.

Noite de Phi Phi: locais fazendo brincadeiras com fogo.

Noite de Phi Phi: locais fazendo brincadeiras com fogo.

Amanhecendo, depois da festa, na praia principal.

Amanhecendo, depois da festa, na praia principal.

Dá pra fazer amigos lá? Conhecer o amor da vida?

Como a grande maioria do pessoal está por lá pelo mesmo propósito, é muito fácil de conhecer pessoas de todas as partes do mundo. Posso dizer que me apaixonei por uma pessoa diferente todos os dias. No final da noite tu já sais com várias parcerias para as atividades do dia seguinte. A galera chega e vai embora o tempo todo. Mas, se ficar alguns dias na ilha, dá pra conhecer todo mundo que chegou lá e nunca mais quis ir embora. Rola até uns descontos especiais com os locais.

Tem alguma história engraçada, bizarra, romântica ou inesquecível pra contar de lá?

Todas as histórias de lá são inesquecíveis pra mim. Mas teve um dia que estávamos bem sem grana. Aí peguei emprestado o violão da pousada e fomos, eu e uma amiga, para o centrinho tentar ganhar uma grana para a cerveja da noite (na Austrália funcionava!). Comecei a tocar e minha amiga, super animada, cantava comigo. Quando vimos, estávamos cercadas por locais, pedindo músicas e nos oferecendo cerveja. Não ganhamos nenhum centavo, mas voltamos para casa sem precisar comprar a bebida do esquenta. Acabei ficando conhecida pelos locais da ilha como “a guria do violão”.

O que te faria voltar pra lá amanhã?

O mar, o calor, a areia branca, a comida, as belezas naturais, a rusticidade, a ausência de carros e motos, as festas… Uma lista enorme de motivos.

Meios de transporte: barcos locais.

Meios de transporte: barcos locais.

Moraria lá? Por quê?

Passaria um bom tempo por lá. Ainda mais se eu pudesse além aproveitar o que a ilha oferece, colaborar com a preservação dos recursos naturais e com a reconstrução do que ainda  estava destruído desde o tsunami de 2004.

Te liga nos três passos principais para chegar até lá!

1.Pegar um voo até o aeroporto internacional de Phuket

2.Pegar um táxi até a praia de Patong

3. De lá é possível reservar o ferry até as ilhas de Phi Phi

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