Sperotto Surfboards: da paixão à profissão!

Depois de uma fase bem egoísta, manifestando minhas opiniões e postando desabafos sobre isso ou aquilo da beira da praia, senti muitas saudades de trocar ideias com os praieiros desse mundo afora e achei que já estava na hora de retomar as entrevistas aqui do blog.

Quem vai trocar uma ideia conosco aqui no Vai pra Praia essa semana é meu conterrâneo, surfista e shaper há nove anos, Emanuel Sperotto, o Máno. E é sobre essa arte de produzir pranchas que vamos conversar. No mínimo curioso o fato de alguém que não nasceu na praia ter virado shaper, não acham? Fiquei interessada em saber como tudo isso aconteceu e também em conhecer um pouco mais sobre o processo de produção dessas obras de arte que tanto embelezam a beira da praia.

Além desse ponto curioso, os temas surf, pranchas, surfistas e empreendedorismo estão sempre na minha lista de favoritos. Por isso considerei essa entrevista tão interessante, engraçada e com informações bem importantes para quem tem a ideia de começar a surfar, comprar uma prancha nova ou, como é o meu caso, simplesmente conhecer uma história de vida muito legal de alguém que ama tanto a praia e o surf e conseguiu transformar tanta paixão em profissão.

Vamos saber um pouco mais sobre o Máno, como o surf entrou na vida dele e deu origem a Sperotto Surfboards.

Perfil do entrevistado: Emanuel Sperotto, shaper, músico, surfista e comissário de bordo. Aos 28 anos, tem 13 de surf e nove de shaper. Natural de São Leopoldo, RS e atualmente morador de São Paulo.

Praia preferida no RS – Mariluz

Praia preferida em SP – Itamambuca

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Emanuel Sperotto, o Máno.

Vai pra Praia! – Em que momento e por que você decidiu passar de surfista/músico para surfista/músico/shaper/empreendedor?

Máno – Quando eu era bem pequeno, nem sei que idade, lembro de que duas coisas me fascinavam muito: a guitarra do meu tio e a prancha de surf dele que ficava em cima de um armário e tinha uma quilha enorme. Então, quando cresci um pouco, foi muito natural atazanar meus pais pra ter uma prancha, uma bateria e um violão. Entrei de cabeça e me dividia entre as bandas e os finais de semana na praia. Um pouco mais tarde, com 17 anos, misturei tudo e comecei a olhar para o surf através de um lado mais artístico. Consequentemente, comecei a me interessar sobre como fazer pranchas que, na época, ainda eram feitas à mão em um processo bem artesanal. Com 18 anos comprei os materiais e fiz minha primeira prancha em uma salinha nos fundos de casa. Com 22 já fazia pranchas para alguns amigos e muitos consertos. Foi quando saí do meu emprego e abri a loja/atelier da MS Surfboards, que deu origem à Sperotto Surfboards.

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Sperotto Surfboards by Máno Sperotto.

Vai pra Praia! – Qual a sensação de surfar em uma prancha shapeada por você mesmo?

Máno – A minha primeira prancha, como era de se esperar, não ficou perfeita. A primeira vez que surfei com ela foi na praia do  Campeche em  Floripa. Não tinha muita onda, mas lembro que fiquei amarradão olhando pra ela orgulhoso. Pra mim foi e ainda é uma sensação indescritível. Tipo, “eu realmente não dependo de mais ninguém pra surfar. Só de mim mesmo e do cara que faz parafina”. Já tentei fazer parafina, mas não deu muito certo (risos). Hoje cada prancha que faço pra mim é a melhor que já tive e com certeza sou meu melhor cliente.

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Prancha e shaper no Guarujá, SP.

Vai pra Praia! – Como se deu a escolha de cada modelo fabricado?

Máno – Os designs que proponho no meu site (http://www.sperottosurfboards.com/#!page3/cee5), por exemplo, foram desenvolvidos a partir de modelos que concebi em parceria com alguns surfistas e amigos nos últimos anos, ou modelos já usados por surfistas da elite profissional, desenvolvidos por shapers de renome mundial. Mas, muitas vezes, esses modelos só servem como base para desenvolvimento de um modelo customizado para as necessidades de cada atleta/surfista levando em consideração habilidade, condição física, peso e altura.

Vai pra Praia! – Quanto tempo, em média, leva a fabricação de uma prancha?

Máno – O processo inteiro passa por desbaste e acabamento do bloco de poliuretano ou EPS. É nessa fase que se dá formato à prancha e determinamos como ela irá se comportar na água. Depois vem a pintura e, por fim, a laminação com fibra de vidro e resina poliéster ou epoxy. Esta ultima é a camada externa e rígida que dá resistência à prancha.

Todo esse processo demora cerca de uma semana. Porém, geralmente o prazo dado ao cliente é de 15 a 20 dias devido à quantidade de pranchas em produção, laminadas artesanalmente uma a uma.

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Sperotto Surfboards em produção.

Vai pra Praia! – Onde as pranchas são shapeadas? Os clientes podem acompanhar o processo?

Máno – Atualmente as pranchas, em sua maioria, são shapeadas por uma máquina CNC e desenvolvidas através de um programa Cad. Fica a cargo do shaper fazer o design no computador e depois finalizar o shape, que sai inacabado da máquina, necessitando acabamento das bordas, bico, rabeta e a marcação de onde serão posicionadas as quilhas.

Costumo ter uma relação bem próxima com meus clientes, mostrando os protótipos 3D antes de mandar a prancha para a máquina e, se possível, mostrando o shape antes de manda-lo para a laminação.

Vai pra Praia! – O que é importante levar em consideração na hora de escolher uma prancha?

Máno – Em primeiro lugar sua habilidade. Iniciantes precisam de pranchas maiores, com mais remada e estabilidade. E surfistas mais avançados buscam pranchas menores, mais finas e com mais sensibilidade para executar manobras. Se fizermos o contrário, teremos dois surfistas frustrados. Em segundo, deve-se atentar ao seu peso e altura. A prancha deve ter a flutuação e tamanho compatíveis com o dono. E em terceiro deve-se fazer uma pergunta: como eu quero surfar? Se você quer dar altas manobras escolha uma pranchinha, se quer pegar muita onda e curtir com estilo pode se pensar em um longboard. Existem designs feitos especialmente para meninas, crianças e surfistas mais velhos. Shapers e amigos mais experientes no surf podem ajudar nesta escolha.

Vai pra Praia! – Por que mandar fazer uma prancha pode ser melhor que comprar uma pronta?

Máno – O shaper irá analisar todos os critérios descritos anteriormente e ajudará a chegar ao modelo mais apropriado para o cliente. Futuramente poderá melhorar o design através do feedback e buscar a “prancha mágica’’  em conjunto com o surfista.

Pranchas são artigos muito pessoais, como uma roupa ou escova de dente. É legal ter um modelo com seu nome feito especialmente para você. Por ultimo e não menos importante, mandar fazer a prancha diretamente com o fabricante é mais barato do que na loja!

Vai pra Praia! – Como funciona a logística de entrega das pranchas?

Máno – O Cliente pode buscar diretamente na fábrica, porém como estou produzindo minhas pranchas em São Paulo e Santa Catarina e tenho clientes no Rio Grande do Sul e em outros estados, costumo entregar pessoalmente na cidade do cliente fazendo viagens para entrega. (Grande diferencial hein?)

Vai pra Praia! – Em quais praias do mundo as pranchas Sperotto Surfboards já surfaram? E para onde elas ainda querem ir?

Máno – Muitas praias no Perú, Costa rica, El Salvador, México, França, Indonésia e, é claro, no litoral do Brasil afora: Mariluz, Tramandaí, Imbé, Garopaba, Florianópolis, Ilha do mel, Guarujá, Maresias, Trindade, Rio e espero que em muitos lugares que eu nunca saberei, pois elas são feitas mesmo para rodar o mundo!

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Sperotto Surfboards no Peru. Surfista Patric Sperafico.

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Sperotto Surfboards – El Salvador

Sperotto Surfboards no blog Vai pra Praia!

Sperotto Surfboards – El Salvador

Ficou interessado (a) e quer saber mais sobre a Sperotto Surfboards? Te liga nos contatos abaixo e boas ondas!!

Site – http://www.sperottosurfboards.com/#!home/mainPage

e-mail –   manosperotto@hotmail.com

Facebook – https://www.facebook.com/Sperottosurf?fref=ts

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Um vício dos bons!

Aceitando o fato de que agora, com um mês de blog no ar, já me sinto mais íntima dos leitores e, com isso mais cara de pau, resolvi fazer uma confissão pessoal.  Confissão essa que vai parecer besta pra uns, fútil pra outros e bizarra pra maioria.

Sou viciada. Viciada em protetor labial! #prontofalei

surpresa

Me dei conta disso quando, organizando minhas bolsas, encontrei, no mínimo, um protetor labial em cada uma delas. Fora os que ficam no banheiro, do lado do note e na sala da TV.

protetor

Alguns dos meus…

Parei pra pensar e achei estar com um problema grave. Tentei lembrar quando tudo isso começou, mas não consegui. O fato é que: ou estou usando protetor labial, ou fico mordendo a boca. Sim, que nem maluca. Doente mental. Espero que depois dessa informação não pensem mal de mim e nem parem de ler o blog.

Então, olhando pra toda minha coleção de protetor labial pensei: “Isso daria um post legal. Vou falar de todos os tipos, marcas, defeitos e qualidades de cada um”. Mas aí dei mais uma pensada: “Será que esse vício não pode ter um lado positivo? Qual será a importância desse produtinho no mundo?”.

Foi aí que resolvi transformar meu vício em um post informativo, sobre a importância (sim!! Ele é importante!!) do uso do protetor labial na praia e na vida.

Mas claro que não ia tirar tudo da minha cabeça ou do Google. Já saí logo enchendo de perguntas quem entende muito do assunto e pode falar com propriedade. E lógico alguém que adora praia também.

Dra. Iris curtindo uma praia. Afinal, ninguém é de ferro.

Dra. Iris curtindo uma praia. Afinal, ninguém é de ferro.

Ficha técnica da entrevistada: Iris Verônica Klein Viero, 28 anos, dentista desde que nasceu e professora nas horas vagas e não vagas. Apesar de já ter a cor do verão, sempre que dá, corre para pegar um sol e botar o pé na água do mar em qualquer canto do mundo.

Foi nessa conversa que descobri que não sou tão maluca assim. Conforme conta a Dra. Iris, usar protetor labial é tão importante quanto o uso do protetor no rosto. Segundo ela, a pele dos lábios é mais sensível que a do rosto, por isso, os danos causados pelos raios UV são ainda piores nos lábios.

Assunto sério

E não é só para manter os lábios hidratados e evitar o envelhecimento da pele que esse “batonzinho” é importante. Quando questionei o que pode acontecer com quem não usa o protetor labial, me senti até aliviada por não desgrudar dele.  “Os lábios também sofrem queimaduras do sol e envelhecimento. E está comprovado cientificamente que, a exposição ao sol sem proteção, pode causar câncer de boca e o seu aparecimento ocorre principalmente nos lábios. A chance de desenvolver alguma lesão cancerosa é aumentada com o consumo de álcool e cigarro”, comenta Dra. Iris.

Para saber mais sobre este assunto tão importante para quem vai direto pra praia, confira abaixo toda entrevista da Dra. Iris para o blog.

P.S.: só pra lembrar que os comentários em itálico nas respostas são todos meus. Não vamos queimar o filme da nossa querida entrevistada.

Vai pra Praia! – Pessoas “normais”, não viciadas, devem usar protetor labial quando? Em que momentos?

Iris – O protetor labial deve ser aplicado 15 minutos antes da exposição solar, devendo ser reaplicado a cada duas horas ou quando nos alimentamos ou entramos no mar. (Ou, no meu caso, a cada 10 minutos considerando um vício na 20ª potência. E tudo bem… Vale repassar caso você fique ba-ban-do vendo algum muso ou musa desfilando na beira da praia). O protetor deve ser usado também nos dias sem sol, principalmente quando tem vento, porque ele resseca os lábios podendo causar rachaduras.

O que é importante observar no protetor escolhido?

O protetor deve ter fator de proteção UV entre 15 e 30 e propriedades hidratantes. Para as mulheres, o uso de batons com proteção UV pode ser a escolha, mas as formulações dos protetores solares labiais são mais completas e por isso mais eficazes. (Para as viciadas em batom, comunico que já usei alguns protetores labiais com cor, tipo rosa bebê, da Nívea. Protege e parece que você está de batom).

Pomadas como Hipoglos e Bepantol, usadas bastante por quem surfa, substituem o uso do protetor labial?

Não. Esses dois produtos são excelentes hidratantes para os lábios, mas não possuem fator de proteção UV. É indicado o uso deles após a exposição solar. (Que pena! Adeus bocas brancas e charmosas na praia então…).

Para quem fez tudo errado até hoje, em que situação a pessoa deve procurar um dentista?

É importante observar quando alguma lesão aparecer e de que maneira. Isso deve ser comentado com o profissional caso tenha que procurá-lo, o que deve ocorrer quando perceber uma lesão presente em boca por mais de 15 dias.

Tudo entendido?! Então já sabem. Temos aí mais um treco pra carregar conosco no dia-a-dia e, principalmente na praia. E eu, posso continuar com os meus todos sem preocupações.

Pra mim, Egal e pra você?!

O post de hoje é super especial e eu estava bem ansiosa para publicar ele.

O blog Vai pra Praia conversou com duas meninas de talento, ideias brilhantes e amantes do surf e do skate que estão criando camisetas lindas com os temas que amamos e que tenho certeza que todo mundo vai curtir muito. Não só pelo produto, mas também pela ideia.

Então vamos logo para a melhor parte: mostrar um pouco das estampas das t-shirts que tem tudo a ver com praia e depois conto tudo sobre a Natascha e a Nicole Rauen, as irmãs criadoras dessas obras de arte.

Estampas disponíveis

Estampas disponíveis

Camisetas já estampadas

Camisetas já estampadas que são a cara do verão.

Me apaixonei logo por todas!

A ideia de produzir as camisetas surgiu durante o curso de Empreendedorismo Criativo, na escola Perestroika. Durante a aula sobre plano de negócios a empresa Vandal, loja de camisetas online, foi apresentada e Natascha, 21 anos, estudante de administração, resolveu unir a oportunidade ao talento da irmã Nicole, 18 anos, estudante de arquitetura.

As duas nasceram em Braunschweig, na Alemanha, onde moraram por quatro anos. E foi de lá que trouxeram a ideia da marca das camisetas: Egal, que quer dizer: tanto faz, em alemão. Antes de mudarem para Porto Alegre, onde moram hoje, passaram ainda pelo interior de São Paulo e Florianópolis.

“Minha irmã sempre fez os desenhos como hobby. Sempre achei muito legal porque são desenhos únicos com um traço só dela, feitos à mão, sem ajuda de programas. Totalmente artesanal. Aí pensei: ‘Tá aí! Vou colocar as estampas nas camisetas e vender no site da Vandal!’ Queria muito tirar aqueles desenhos do papel e transformá-los em alguma coisa”, conta Natascha, que faz a parte administrativa e empreendedora do negócio.

Natascha e Nicole Rauen

Natascha e Nicole Rauen

Confira abaixo a conversa completa do blog Vai pra Praia com as criadoras da Egal e, se curtiu as estampas e a ideia, acessa a página da marca no site da Vandal, escolhe a tua, faz o cadastro e espera por ela na tua casa.

http://www.vandal.com.br/p/224

Vai pra Praia! – Por que os temas surf e skate estão presentes na maioria dos desenhos? Qual a relação de vocês duas com esses dois temas?

Natascha – Surf e skate são nosso lifestyle. Somos adeptas aos esportes e sempre gostamos de nos exercitar. E, foi dentro desse contexto, que começos a praticar. Primeiramente foi o surf. Começamos a fazer aulas em Ibiraquera, SC, praia onde veraneamos. O amor pelo esporte começou e não paramos mais. Surf vai muito além de um simples exercício físico. A sensação de pegar uma onda é única! A aprendizagem dentro d’água é sensacional. Você tem um domínio maior sobre o corpo e aprende a se virar em situações tensas, como nas vacas bem fortes, por exemplo. Sem falar nos grandes amigos que fizemos ao longo desse tempo que não tem preço.

O skate quem começou foi a Nicole e, no início, ela sempre foi a mais persistente e ainda é! Já ganhou até primeiro lugar em campeonatos! Eu, depois de muito tempo, tive a curiosidade de andar de skate e adorei. É uma sensação de liberdade e lembra muito o surf. A Nicole anda muito bem tanto de street quanto de long. Eu curto mais o long, pelo fato de lembrar mais o surf.

Nicole – Surf e skate são os esportes pelos quais nos tornamos apaixonadas ao longo do nosso crescimento, das nossas vidas. Por isso, tentamos envolvê-los em praticamente todas as camisetas, expressando o que já vimos, vivenciamos e aprendemos através desses esportes.

De onde vem a inspiração para os desenhos? 

Nicole – A inspiração das estampas não tem uma origem específica que possamos explicar. Ela simplesmente aparece nos momentos em que estamos com a mente mais relaxada. O que acontece, é que normalmente os tais “insights criativos” são resultado de uma mistura das imagens que vemos no nosso cotidiano, que relacionamos à cultura do surf e do skate.

Que tipo de pessoas, homens e mulheres, vocês imaginam usando as camisetas que vocês criam?

Natascha – São pessoas que gostam de praia, esporte, principalmente, surf e skate. E também pessoas que usam camisetas não como uma simples peça de roupa. Mas por terem uma identidade e quererem representar isso através das camisetas. Até porque, todos os desenhos são inspirados em alguma coisa. Pode ser algo visto na rua ou até mesmo em alguma história que vivemos, uma foto de alguém…

Qual a mensagem que a EGAL quer transmitir para quem usa as camisetas?

Nicole – Queremos mostrar ao público através das camisetas, a cultura surf e skate de uma forma inovadora e original, que está muito associada à natureza, liberdade e expressão. Queremos ser uma maneira de fazer mudanças com pequenas ações, partindo de cada um. Ou seja, não precisa ser grande pra fazer a diferença, basta uma pequena atitude. É isso que queremos mostrar em cada estampa que criamos.

Em breve aqui!

Você sempre quis morar na praia?

Se mudaria hoje?

Quando enriquecer?

Quando ficar pobre?

Quando se aposentar?

Pra te ajudar, em breve aqui, entrevistas com quem mora na praia desde que nasceu ou que largou tudo e foi pra lá. O que fazem, o que deu certo, o que deu errado e todos os bastidores da vida de quem acorda com os pés na areia.

E, caso você more na praia ou conhece alguém que faça isso muito bem e queira contar a sua história, escreve aqui pro blog que o Vai pra Praia vai até você.